100 RAZÕES PARA SEGUIR A JESUS – SANTA MÔNICA

100 RAZÕES PARA SEGUIR A JESUS – UM CONTRAPONTO AOS QUE DIZEM: SEM RAZÕES PARA SEGUIR A JESUS

“Por trás de um grande homem sempre existe uma grande mulher”. Particularmente não gosto dessa frase, porque muitas vezes ela é usada indevidamente, com um machismo disfarçado, afirmando que grande é o homem e que a mulher é o suporte de sua grandeza. Também não gosto muito porque ela não é verdadeira devido ao uso do “sempre”. Muitos homens são grandes sem que tenham por trás uma grande mulher, de forma mais direta. Poderia alguém argumentar dizendo: “o uso do termo ‘sempre’ é verdadeiro porque existem as mães”. Entretanto, no mundo em que vivemos, sabemos que nem todas as que geram são verdadeiras mães. Cada vez mais vemos filhos abandonados ao mundo.
Em absoluto esse não é o caso de Mônica, mãe de Santo Agostinho. De fato, não podemos pensar na grandeza de Agostinho sem pensar na grandeza de Mônica. Ele mesmo dá testemunho dela: “ela foi o meu alicerce espiritual, que me conduziu em direção da fé verdadeira. Minha mãe foi a intermediária entre mim e Deus.”
 Mônica é uma africana do século IV, de família nobre, casada com um homem rude e violento – Patrício – e mãe de três filhos: Agostinho, Navigio e Perpétua. Sua filha tornou-se religiosa, mas os filhos seguiram o exemplo terrível do marido e se tornaram causa de muito sofrimento para Mônica. Ela transformava todo o sofrimento em oração. Suas ações, porém, também eram muito educativas. Antes, porém, de falar de uma de suas ações educativas para com Agostinho, é importante dizer que muitas mães católicas quando escutam o nome de Santa Mônica, ao invés de se sentirem estimuladas pelo seu exemplo tapam os ouvidos, pois não querem nem saber de imitá-la. Afinal, desejam que Deus as atenda logo e não querem orar insistentemente por 30 anos para ver a conversão de seus filhos. Mônica chegou ao extremo de proibir Agostinho de entrar em casa devido ao seu mau comportamento. Claro, ele não era mais uma criança. Entretanto, ela não seguiu seu afetos e ternura de mãe. Ela seguiu o Evangelho e assumiu seu papel de educadora, que muitas vezes precisa manifestar firmeza. Portanto, imitar Mônica não é “apenas” orar insistentemente pela conversão dos filhos, mas agir para com eles com firmeza quando o Evangelho o exige, ainda que doa no coração.
Sua perseverança foi recompensada com a conversão do marido e dos dois filhos. A partir daí é que Agostinho pode se tornar o grande homem que foi, irradiando sua vida para o mundo inteiro e para todos os séculos, até os nossos dias. Que alegria poder ser mãe e esposa vivendo sua vocação tão bem que sua maternidade transcenda tantos séculos e nações!

Aprendamos com ela mais motivos para seguir a Jesus:

  • Se queremos o bem de nossos filhos devemos seguir a Jesus, pois só Ele pode nos indicar o caminho para que sejam felizes. Você não tem filhos? Preocupe-se com os dos outros!
  • Se queremos que nossos filhos vivam bem em sociedade e não sejam transgressores, devemos seguir a Jesus, pois só Ele pode nos ajudar a transmitir os valores para que saibam viver em sociedade;
  •  Cremos no poder da oração para a conversão de quem amamos? Só seguindo a Jesus fielmente para termos força de rezar por décadas, se necessário, para que isso aconteça!
  • Devemos seguir Jesus porque por trás desse homem pleno existe Maria, a mulher plena. Quem segue a Jesus, portanto, além de todo o bem de Sua vida recebe também a maravilha de ser filho de Maria e amado por ela.
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Rodrigo Serva Maciel

Fundador da Comunidade Católica Árvore da Vida