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Posted on 7 de agosto de 20177 de agosto de 2017
A União Europeia está cheia de eixos: Paris-Berlim, Lisboa-Madrid, Copenhaga-Estocolmo, Bruxelas-Luxemburgo e por aí adiante, quase sempre com motivações políticas que se misturam com proximidade geográfica e similitude de modos de compreender o mundo.
Um dos eixos mais recentes é o Varsóvia-Budapeste-Praga, (Polónia-Hungria-República Checa), que está a tornar-se famoso na Europa pelas piores razões. Os três países conseguem ser completamente indiferentes ao sofrimento, ao destino e à morte dos refugiados que assomam à Europa fugindo de guerras, de economias inexistentes, ou de ambientes sociais tóxicos. Sendo aqueles países palco de tragédias humanas do mais horrível que se pode encontrar nos compêndios de história contemporânea, torna-se ainda mais incompreensível a cegueira miserável que afeta os seus dirigentes – que, sendo democracias, afeta também a maioria do povo, que os elegeu.
Um dos eixos mais recentes é o Varsóvia-Budapeste-Praga, (Polónia-Hungria-República Checa), que está a tornar-se famoso na Europa pelas piores razões. Os três países conseguem ser completamente indiferentes ao sofrimento, ao destino e à morte dos refugiados que assomam à Europa fugindo de guerras, de economias inexistentes, ou de ambientes sociais tóxicos. Sendo aqueles países palco de tragédias humanas do mais horrível que se pode encontrar nos compêndios de história contemporânea, torna-se ainda mais incompreensível a cegueira miserável que afeta os seus dirigentes – que, sendo democracias, afeta também a maioria do povo, que os elegeu.
FONTE: WWW.JORNALECONOMICO.SAPO.PT